Estamos
iniciando o ano litúrgico, com o primeiro domingo do Advento. O texto do
Evangelho das missas (Mt 24,37-44) é tirado do último grande discurso de Jesus
antes de sua Paixão e morte.
Estamos
iniciando o ano litúrgico, com o primeiro domingo do Advento. O texto do
Evangelho das missas (Mt 24,37-44) é tirado do último grande discurso de Jesus
antes de sua Paixão e morte.
Estamos
iniciando o ano litúrgico, com o primeiro domingo do Advento. O texto do
Evangelho das missas (Mt 24,37-44) é tirado do último grande discurso de Jesus
antes de sua Paixão e morte. Para a reflexão deste Evangelho transcrevemos o
texto do Pe. Raniero Cantalamessa, pregador da Casa Pontifícia do Vaticano.
No Evangelho
deste domingo (Lc 21,5–9), Jesus está no pátio do Templo de Jerusalém conversando
com algumas pessoas sobre as belas pedras usadas na construção do Templo. Durante
a conversa, Jesus faz a previsão de que tudo será destruído: “Dias virão em que
não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído.”
O
Templo – O Templo de Jerusalém era o principal centro de culto da religião do
povo de Israel, onde se realizavam as diversas ofertas e sacrifícios. De acordo com a tradição judaico-cristã,
o Primeiro Templo foi iniciada a sua construção no terceiro ano do reinado de
Salomão e concluído sete anos depois. Foi saqueado várias vezes e acabou por
ser totalmente incendiado e destruído por Nabucodonosor II, em
No Evangelho das missas deste domingo (Lc 18, 9-14) Jesus contou
a parábola do judeu e do publicano: “Dois homens subiram ao templo para orar; O
fariseu, de pé, orava assim: ‘Meu Deus, dou-Vos graças por não ser como os
outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem como este publicano. Jejuo
duas vezes por semana e pago o dízimo de todos os meus rendimentos’. O
publicano ficou a distância e nem sequer se atrevia a erguer os olhos ao Céu; Mas
batia no peito e dizia: ‘Meu Deus, tende compaixão de mim, que sou pecador’. Eu
vos digo que este desceu justificado para sua casa e o outro não. Porque todo
aquele que se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado”. Publicamos
o comentário do Pe. Raniero Cantalamessa, pregador da Casa Pontifícia, sobre
esta liturgia.
O Evangelho deste domingo (Lc 18,1-8) apresenta-nos a parábola
do juiz e da viúva. A viúva, pobre e injustiçada
(na Bíblia, é o protótipo do pobre sem defesa, vítima da prepotência dos ricos
e dos poderosos), passava a vida queixando-se do seu adversário e exigindo
justiça; mas o juiz, “que não temia Deus nem os homens”, não lhe prestava
qualquer atenção… No entanto, o juiz – apesar da sua dureza e insensibilidade –
acabou por fazer justiça à viúva, a fim de se livrar definitivamente da sua
insistência importuna.
No Evangelho deste domingo (Lc 17,11-19), dez leprosos vêm
ao encontro de Jesus e param a certa distância dele, pois, pela Lei, o leproso não
podia aproximar-se das demais pessoas. Pedem pela misericórdia de Jesus. Este
pede que eles se apresentem aos sacerdotes; esta apresentação deveria ser feita
depois da cura. Com isto, Jesus insinuava que já lhes tinha dado a cura e,
assim, ao seguirem para Jerusalém, para se apresentarem aos sacerdotes do
Templo, ficaram curados. Contudo, só um deles, que era samaritano, sentindo-se
curado, percebeu que a fonte da vida é Jesus e não o Templo. Ao compreender
isso, volta para junto de Jesus e lhe agradece. Os outros nove, embora também tivessem
sido curados, continuavam atrelados aos preceitos do judaísmo, seguindo seu
caminho para Jerusalém.
Foi divulgado nos Estados Unidos, em setembro de 2022,
uma pesquisa sobre a cultura teológica dos cristãos americanos. A pesquisa tem
o nome de “The State of Theology” e é realizada a cada dois anos. Em 2022, foi feita no
período de 5 a 23 de janeiro com 3011 adultos americanos, dos quais 711 eram cristãos.
Lembramos que 63% da população americana é cristã: 42% é protestante e 21%
católica. Foram formuladas 35 afirmações com as quais os entrevistados deveriam
concordar ou não. Salientamos cinco delas, para as quais os resultados demonstram
a existência de heresias nas crenças mais comuns mantidas pelos cristãos, ou
seja, aceitam doutrinas contrárias ao que foi definido pela Igreja em matéria
de fé. Segue-se as afirmações e as porcentagens obtidas.
4. “O Espírito Santo é uma força, mas não é um ser pessoal”. Entre os cristãos, 60% concordaram com a afirmação, demonstrando alguma confusão sobre a terceira pessoa da Trindade. Talvez isso aconteça porque a Bíblia apresenta o Espírito Santo em metáforas (às vezes como uma pomba, uma nuvem, fogo, vento ou água). É preciso lembrar que o Espírito Santo pensa (1 Cor 2,10-11), sente (Ef 4,30) e tem vontade (At 16,7). O credo que rezamos em nossas missas chama o Espírito Santo de “Senhor”: “Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida”. O Espírito Santo é a Terceira Pessoa da Trindade.
Concluindo – Os dados acima se referem aos Estados Unidos. Como
seriam os resultados se a pesquisa fosse realizada no Brasil? De qualquer forma,
a pesquisa mostra a necessidade contínua de a Igreja se envolver na
apologética, ajudando os católicos numa defesa bem fundamentada da fé cristã e na
convicção do que acreditam.